IRMÃO SOL E IRMÃ LUA

IRMÃO SOL E IRMÃ LUA

A VINDA DE JESUS

A VINDA DE JESUS

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Pastai as nossas almas, nos verdes prados do Senhor!

CÂNTICO DAS CRIATURAS - "SANTA CLARA E S. FRANCISCO DE ASSIS"

CÂNTICO DAS CRIATURAS - "SANTA CLARA E S. FRANCISCO DE ASSIS"

Louvado seja Deus!

Louvado seja Deus!
Como são lindas as aves do céu!

Origada Senhor porque criastes o mundo!

Origada Senhor porque criastes o mundo!
E as criaturas da terra!

SÍMBOLO DA PAZ

Chegará o dia em que o Homem conhecerá o íntimo dos animais. E neste dia um crime contra um animal, será considerado um crime contra a Humanidade. Leonardo da Vinci

IMAGEM TERNURENTA DOS LEÕES

IMAGEM TERNURENTA DOS LEÕES
“…Chegará o tempo em que os lobos e os carneirinhos pastarão juntos, os leões comerão palha como bois, e as cobras não atacarão mais ninguém…” Isaías 65:25

BEATA CHIARA LUCE. Rogai por nós!

CHIARA LUCE - uma santa do século XXI

CHIARA LUCE - uma santa do século XXI glitters

CHIARA LUCE - uma santa do século XXI - morreu em 1990 com 18 anos,desportista, fazia parte do movimento Focolares em Itália. Beatificada pelo Papa Bento XVI em 25 de Setembro de 2010

TOTUS TUUS

Beato João Paulo II - 01 de Maio de 2011 - Rogai por nós! Abençoai os jovens!

JESUS E AS CRIANÇAS

recados para orkut


Jesus disse: deixai vir a mim as criancinhas, pois delas é o reino do céu.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Fala-me de Deus


Disse à amendoeira: fala-me de Deus!
E a amendoeira floriu.

Disse ao pobre: fala-me de Deus!
E o pobre ofereceu-me a sua casa.

Disse ao sonho: fala-me de Deus!
E o sonho fez-se realidade.

Disse à casa: fala-me de Deus!
E abriu-se a porta.

Disse à natureza: fala-me de Deus!
E a natureza cobriu-se de formosura.

Disse ao amigo: fala-me de Deus!
E o amigo ensinou-me a amar.

Disse ao rouxinol: fala-me de Deus!
E o rouxinol pôs-se a cantar.

Disse a um guerreiro: fala-me de Deus!
E o guerreiro depôs as armas.

Disse à fonte: fala-me de Deus!
E a fonte brotou.

Disse à minha mãe: fala-me de Deus!
E a minha mãe deu-me um beijo na fronte.

Disse à mão: fala-me de Deus!
E a mão converteu-se em serviço.

Disse ao inimigo: fala-me de Deus!
E o inimigo estendeu-me a mão.

Disse à voz: fala-me de Deus!
E a voz não encontrou palavras.

Disse à bíblia: fala-me de Deus!
E a bíblia cansou-se de tanto falar.

Disse a Jesus: fala-me de Deus!
E Jesus ensinou-me o pai-nosso.

Disse, temeroso, ao sol poente: fala-me de Deus!
E o sol ocultou-se sem nada dizer.
Mas, no dia seguinte, ao amanhecer,
Quando abri a janela, ele voltou a sorrir-me.

(Miguel Estradé)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

INVERNO



Santo Antonio prega aos peixes


Querendo Cristo bendito demonstrar a grande santidade de seu fidelíssimo servo monsior Santo Antônio, e como se devia ouvir devotamente sua pregação e sua doutrina santa, pelos animais irracionais, uma vez entre outras, isto é, pelos peixes, repreendeu a insensatez dos infiéis heréticos, como no velho Testamento tinha repreendido a ignorância de Balaão pela boca de uma burra. Estando certa vez Santo Antônio em Rimini, onde havia uma grande multidão de hereges, querendo reconduzi-los à luz da verdadeira fé e ao caminho da verdade, pregou-lhes por muitos dias e disputou sobre a fé de Cristo e sobre a Santa Escritura. Mas como eles, não só não consentiram com suas santas palavras mas até, como endurecidos e obstinados, não quiseram ouvi-lo, Santo Antônio, um dia, por divina inspiração foi para a beira de um rio ao lado do mar.
Estando assim na margem entre o rio e o mar, começou a dizer, como numa pregação, da parte de Deus para os peixes:

“Ouvi a palavra de Deus, vós, peixes do mar e do rio, pois os infiéis hereges não querem ouvir”.

Quando ele falou assim, subitamente veio à margem uma multidão tão grande de peixes, grandes, pequenos e médios, que nunca se viram tantos nem naquele mar nem naquele rio. E todos mantinham a cabeça fora da água, e todos estavam atentos para o rosto de Santo Antônio, todos na maior paz, mansidão e ordem, pois, na frente e perto da margem estavam os peixinhos menores, e depois deles estavam os peixes médios, depois, atrás, onde a água era mais funda, estavam os peixes maiores.

Estando, portanto, colocados os peixes nessa ordem e disposição, Santo Antônio começou a pregar solenemente e disse assim:

“Meus irmãos peixes, vós tendes muito que agradecer ao vosso Criador, de acordo com a vossa possibilidade, porque vos deu um elemento tão nobre para vossa habitação, de modo que, como vos agrada, tendes águas doces e salgadas, e vos deu muitos refúgios para escapardes das tempestades. Deu-vos ainda um elemento claro e transparente e comida para vós poderdes viver. Deus nosso criador, cortês e benigno, quando vos criou, deu a ordem de crescer e de vos multiplicardes, e vos deu sua bênção. Pois quando houve o dilúvio geral e todos os outros animais morreram, Deus preservou só a vós sem dano. E ainda vos deu as barbatanas para irdes aonde quiserdes. A vós foi concedido, por ordem divina, guardar o profeta Jonas e no terceiro dia jogá-lo na terra, são e salvo. Vós oferecestes o dinheiro do censo para nosso Senhor Jesus Cristo, que ele, como pobre, não podia pagar. Vós fostes comida do eterno rei Jesus Cristo antes e depois da ressurreição, por um singular mistério. Por todas essas coisas tendes muito o dever de louvar e bendizer Deus, que vos deu tais e tantos benefícios, mais do que às outras criaturas”.

Diante destas e outras palavras e ensinamentos de Santo Antônio, os peixes começaram a abrir a boca e inclinaram as cabeças. Com esses e outros sinais de reverência, como lhes era possível, louvaram a Deus. Então Santo Antônio, vendo tanta reverência dos peixes diante de Deus criador, alegrando-se em espírito, disse em voz alta:

“Bendito seja Deus eterno, pois os peixes da água honram-no como não o fazem os homens hereges, e ouvem melhor a sua palavra os animais irracionais que os homens infiéis”.

E quanto mais Santo Antônio pregava, mais crescia a multidão dos peixes, e nenhum saía do lugar que tinha tomado. Diante desse milagre, começou a acorrer o povo da cidade, e vieram até os sobreditos hereges que, vendo o milagre tão maravilhoso e manifesto, compungidos no coração, lançavam-se todos aos pés de Santo Antônio para ouvir a sua pregação. Então Santo Antônio começou a pregar sobre a fé católica, e pregou tão nobremente, que converteu todos aqueles hereges, e eles voltaram à verdadeira fé de Cristo. E todos os fiéis ficaram confortados e fortificados na fé, com enorme alegria. E, feito isso, Santo Antônio despediu os peixes com a bênção de Deus, e todos foram embora com maravilhosos atos de alegria, e, de maneira semelhante, também o povo. Depois, Santo Antônio esteve em Rimini por muitos dias, pregando e fazendo muito fruto espiritual de almas.

IFioretti
fonte: blog Almas Castelos (cortesia)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011


Obra do Criador!

domingo, 13 de fevereiro de 2011



Vós sois o meu Amor!

Jesus desprende o seu braço da Cruz e abraça S. Francisco


Quem disse que o leão e o cordeiro não são irmãos e fazem parte da mesma obra do Criador?...

A tribo de Judá

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Carta de São Francisco de Assis


A todos os podestades, cônsules, juízes e regentes no mundo inteiro, e a todos quantos receberem esta carta, Frei Francisco, mísero e pequenino servo no Senhor, deseja saúde e paz.

Considerai e vede que se aproxima o dia da morte (Gn 47,29). Peço-vos, pois, com todo o respeito de que sou capaz que, em meio aos cuidados e solicitudes que tendes neste século, não esqueçais o Senhor nem vos afasteis dos seus mandamentos. Pois todos aqueles que O deixam cair no esquecimento e se afastam dos seus mandamentos são amaldiçoados (Sl 118,21) e serão por Ele entregues ao esquecimento (Ez 33,13). E quando chegar o dia da morte, tudo o que entendiam possuir ser-lhes-á tirado (Lc 8,18). E quanto mais sábios e poderosos houverem sido neste mundo, tanto maiores tormentos padecerão no inferno (Sb 6,7).

Por isso aconselho-vos encarecidamente, meus senhores, que deixeis de lado todos os cuidados e solicitudes e recebais com amor o santíssimo corpo e o santíssimo sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, por ocasião de sua santa memória.

Diante do povo que vos foi confiado, prestai ao Senhor este testemunho público de veneração: todas as tardes mandai proclamar por um pregoeiro, ou anunciai por algum sinal, que todo o povo deverá render graças e louvores ao Senhor Deus todo-poderoso. E se não o fizerdes, sabei que haveis de dar conta perante vosso Senhor Jesus Cristo no dia do juízo.

Os que levarem consigo este escrito e o observarem saibam que serão abençoados por Deus nosso Senhor

(Escritos e biografias de São Francisco de Assis, 7ª edição, Editora Vozes, Petrópolis, 1996, pp. 98-99).
fonte: blog Almas Castelos

MARIA, NOSSA MÃE DO CÉU!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A formiguinha e a neve


Numa certa manhã de inverno uma formiga saía para o seu trabalho diário.
Já ia longe procurar comida quando um floco de neve caiu, prendendo o seu pezinho.
Aflita, vendo que ali poderia morrer de fome e frio, a formiga olhou para o Sol e pediu:

- Sol, tu que és tão forte, derreta a neve e desprenda o meu pezinho?
E o Sol, indiferente, respondeu:
- Mais forte que eu é o muro que me tapa.
Então a pobre formiguinha disse:
- Muro, tu que és tão forte, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pezinho? E o muro rapidamente respondeu:
- Mais forte que eu é o rato, que me rói.
A formiga, quase sem fôlego, perguntou:
- Rato, tu que és tão forte, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pezinho?
E o rato falou bem rápido:
- Mais forte que eu é o gato que me come.
A formiga então perguntou ao gato:
- Tu que és tão forte, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pezinho?
O gato responde sem demora:
- Mais forte que eu é o cachorro, que me persegue.
A formiguinha estava cansada e, mesmo assim, perguntou ao cachorro:
- Tu que és tão forte, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pezinho?

- Mais forte que eu é o homem, que me bate.
Pobre formiga! Quase sem força, perguntou ao homem:
- Tu que és tão forte, que bate no cachorro, que persegue o gato, que come o rato, que rói o muro, que tapa o Sol, que derrete a neve, desprenda o meu pezinho?
O homem olhou para a formiga e respondeu:
- Mais forte que eu é Deus, que tudo pode.
A formiga olhou para o céu e perguntou a Deus:
- Tu que és tão forte que tudo pode, desprenda o meu pezinho?

E Deus, que ouve todas as preces pediu à primavera que chegasse com seu carro dourado triunfal enchendo de flores os campos e de luz os caminhos, e vendo que a formiga estava quase morrendo, levou-a para um lugar onde não há inverno e nem verão e onde as flores permanecem para sempre.
" João de Barro"
Gosto muito dessa fábula, pois ela me faz reflectir:

Quantas vezes temos esse Deus maravilhoso ao nosso lado, e procuramos as pessoas erradas para nos ajudar. A formiguinha teve sorte do homem ter reconhecido que Deus era mais forte que Ele, mas muitos de nós não temos essa mesma sorte, e buscamos ajuda com quem não conhece a Deus e nos levam ao fundo do poço.
Deus está connosco, em todos os momentos da nossa vida, sejam eles tristes ou felizes, Ele sempre está juntinho de nós. E o segredo para que possamos sentir a sua presença, é abrir o coração e deixar que Ele entre e seja o Senhor da nossa vida.

A formiguinha podia não ter sofrido tanto, se tivesse ido directo aos braços do Pai.

Saiba que nosso Deus é muito maior que os nossos problemas.

Deus te ama!

( Profª Leiliane Vieira)
Fonte: facebook /Glória)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011



Para Jesus e Maria, com todo o meu amor e carinho!

São Francisco e Frei Bernardo


Frei Bernardo era de tanta santidade que São Francisco tinha muita reverência para com ele e muitas vezes o louvava. Um dia em que São Francisco estava devotamente em oração, Deus lhe revelou que Frei Bernardo, por divina permissão, deveria suportar muitas, diversas e pungentes batalhas por parte dos demônios. Por isso, tendo grande compaixão pelo dito Frei Bernardo, a quem amava como se fosse seu filho, ficou rezando muitos dias com lágrimas, rogando a Deus por ele e recomendando-o a Jesus Cristo, que ele devia vencer o demônio. E orando assim São Francisco devotamente, um dia Deus lhe respondeu:

“Francisco, não temas, porque todas as tentações pelas quais Frei Bernardo deve ser combatido, foram-lhe permitidas por Deus para exercício da virtude e coroa do mérito; e no fim ele vai vencer todos os inimigos, porque ele é um dos comensais do céu”.

São Francisco teve uma enorme alegria com essa resposta e agradeceu a Deus. E desde aquela hora sempre teve o maior amor e reverência por ele. E bem que o demonstrou para ele, não só durante a sua vida, mas especialmente na morte. Pois, quando São Francisco chegou à morte, à maneira daquele santo patriarca Jacó, estando ao seu redor os devotos filhos, condoendo-se e chorando por causa da partida de tão amável pai, perguntou:

“Onde está o meu primogênito? Vem cá, filho para que a minha alma te abençoe, antes que eu morra”.

Então Frei Bernardo disse em segredo a Frei Elias (que era o Vigário da Ordem):

“Pai, vai à mão direita do santo, para que te abençoe”.

E pondo-se Frei Elias do lado da mão direita, São Francisco, que tinha perdido a vista pelas demasiadas lágrimas, pôs a mão direita sobre a cabeça de Frei Elias e disse:

“Esta não é a cabeça do primogênito Frei Bernardo”.

Então Frei Bernardo aproximou-se dele do lado da mão esquerda, e então São Francisco cruzou os braços em forma de cruz e pôs a mão direita sobre a cabeça de Frei Bernardo, e a esquerda sobre a cabeça do dito Frei Elias e disse:

“Frei Bernardo, que te abençoe o Pai do nosso Senhor Jesus Cristo com toda bênção espiritual e celestial em Cristo, e como tu és o primogênito escolhido nesta Ordem santa para dar exemplo evangélico, para seguir Cristo na evangélica pobreza: como não só tu deste tudo que era teu e distribuíste inteira e livremente aos pobres pelo amor de Cristo, mas ainda ofereceste a ti mesmo a Deus nesta Ordem em sacrifício de suavidade. Que, então, tu sejas abençoado pelo nosso Senhor Jesus Cristo e por mim, seu servo pobrezinho, com bênçãos eternas, andando ou parando, vigiando ou dormindo, e vivendo ou morrendo; e quem te abençoar seja repleto de bênçãos, e se alguém te amaldiçoar não ficará sem punição. Que sejas o principal de teus irmãos e que à tua ordem todos os frades obedeçam; tens licença de receber nesta Ordem quem quiseres, que nenhum frade seja teu senhor, e que te seja lícito ir ou ficar onde te aprouver”.

E depois da morte de São Francisco, os frades amavam e reverenciavam a Frei Bernardo como um pai venerável. E quando ele chegou à morte, vieram a ele muitos frades de diversas partes do mundo; entre os quais veio aquele hierárquico e divino Frei Egídio que, vendo Frei Bernardo, disse com grande alegria:

“Sursum corda, Frei Bernardo, sursum corda”.

E Frei Bernardo santo disse a um frade em segredo que preparasse para Frei Egídio um lugar apto para a contemplação, e assim foi feito. Estando Frei Bernardo na última hora da morte, fez com que o endireitassem, e falou aos frades que estavam na sua frente, dizendo:

“Caríssimos irmãos, eu não vou dizer-vos muitas palavras, mas vós deveis considerar que o estado da Religião que eu tive, vós tendes, e isso que eu tenho agora, vós ainda tereis. E encontro isto na minha alma, que por mil mundos iguais a este eu não quereria ter servido a outro senhor senão a nosso Senhor Jesus Cristo. E de toda ofensa que eu fiz, me acuso e entrego minha culpa ao meu Salvador Jesus Cristo e a vós. Peço-vos, meus irmãos caríssimos, que vos ameis juntos”.

E depois dessas palavras e de outros bons ensinamentos, repôs-se na cama, ficou com o rosto esplêndido e mais do que alegre, com admiração de todos os frades; e naquela alegria a sua alma santíssima, coroada de glória, passou da vida presente à vida feliz dos anjos.
Para louvor de Jesus Cristo e do pobrezinho Francisco. Amém.

I FIORETTI de São Francisco de Assis